domingo, 14 de junho de 2009

Cérebro, ela dominou o mundo!


Estou aqui como fã do desenho animado Pink e o Cérebro para informar aos meus queridos ídolos que, infelizmente, alguém já fez o trabalho que eles tanto sonhavam em ter a proeza de realizar. É isso mesmo, vocês não vão mais dominar o mundo. A internet foi mais rápida.
Com uma agilidade incomparável este veículo conseguiu levar a si os olhos de toda a população. É por causa dela que todas as outras mídias estão sofrendo e beirando à morte.
O jornal impresso está a cada dia que passa mais preocupado. As informações atualizadas de minuto a minuto na rede, não consegue competir com as 24h necessárias para todo o fechamento e edição do jornal. Antes de dar seu último suspiro a possível alternativa seria dar maior relevância ao jornalismo literário, ao opinativo e às reportagens, não somente as notícias do dia anterior.
A televisão é outro veículo que está sofrendo. Seus programas, seriados e até mesmo o jornalismo estão perdendo suas forças para essa grande potência que é a internet. Com a possibilidade de baixar arquivos em uma velocidade espetacular, o telespectador não espera mais para assistir seus programas, ele os consegue e assiste via internet. O Youtube é um dos grandes assassinos dos canais de videoclipes, pois é ele quem está divulgando e atualizando as pessoas em relação a esse conteúdo.
Com o rádio o problema é o mesmo. A veiculação da sociedade com a internet o faz se distanciar desse. Para que ouvir as músicas que gosto só no horário que a programação deseja, se tenho a possibilidade de ligar meu computador e através do meu iTunes escutar tudo que gosto? Mas aí você vai argumentar que existem notícias no rádio também e não somente músicas. E eu lhe respondo: enquanto está dando propaganda no rádio eu posso estar me atualizando na internet, ela não tem intervalo, ela não para.
A interatividade que se tornou a palavra mais comum nos veículos de comunicação é uma tentativa de manter vivas as velhas mídias. Essas não negam a existência da internet. Sabem de sua importância e do valor que o público agregou a ela. É por isso que a convergência desses meios com a rede está crescendo muito.
Encontramos atualmente, muitos sites sobre rádios e com programas online. A televisão é outra que já se rendeu e criou comunidades para discussão de seus programas. Além disso, a rede Globo, por exemplo, posta no Youtube os capítulos da Malhação, tentando atrair o público jovem. E o jornal, através de blogs e sites das próprias empresas divulga e comenta sobre as notícias.
É por isso que a era digital está chegando.
A TV, o rádio e o jornal se tornarão digitais. Programas estão sendo desenvolvidos. A tecnologia que está chegando nesses meios de comunicação unirá ainda mais a internet a eles. Tornando tudo mais interativo e conecto.
Sim, a internet estará em todos os lugares. E Cérebro, não tem mais volta, você perdeu a sua chance, ela já dominou o mundo.


Géssyca Agnes

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Será que chove?

Com o intuito de simularmos um programa de rádio montamos um grupo com os seguintes compontentes: Carolina Beidacki, Fábio Viecili, Géssyca Agnes, João Henrique, Júlia Rombaldi, Marco Souza, Natália Otto e Pedro Faustini. Através desses, Será que Chove? entrou no ar pela primeira vez no dia 21 de maio deste ano, nos estudios da radiofam no prédio sete da PUCRS.
Nos reunimos no dia anterior para discutir os assuntos a serem tratados no programa, a trilha sonora e o formato. Optamos por um programa de debate, que foge dos padrões habituais do rádio. Resolvemos, então, abordar temas que estão em pauta na atualidade como: a prisão de Guantánamo, o enem, as cotas nas universidades e o possível final do jornalismo impresso. A polêmica que esses assuntos trariam a tona foi o principal motivo para serem escolhidos. Desta forma, conseguiriamos preencher nossos 20 minutos previamente estabelecidos para estarmos no ar. Além disso estes temas têm uma relação direta com o público jovem, o que facilitou o nosso interesse em estudar para o programa. A trilha escolhida por unanimidade foi do Crazy Beavers, que pertencia a um desenho animado, além de ser empolgante ela se encaixava perfeitamente com o objetivo do programa de debate. Para facilitar o andamento, Será que chove? foi dividido em 4 blocos, cada um com aproximadamente 5 minutos, e um determinado número de pessoas que poderiam comentar naquele assunto.
Com horário estabelecido e inflexível, diferente das outras experiências que alguns componentes do grupo já tiveram, o programa tornou-se com ares mais sérios. Gerando um nervosismo característico de estreia, que ocorreu com todos os compontes do grupo. Devido a esse fator o começo do programa não "fluiu", algo que foi se amenizando ao longo do tempo. Exceto por um momento, ao qual um silêncio absoluto se instaurou na rádio. Isso aconteceu porque o nosso âncora, sem querer, pulou o assunto das cotas, por consequência a pauta sobre a fim do jornalismo impresso seria muito extensa e, portanto, o pessoal se preocupou. Felizmente, ocorreu tudo bem e conseguimos preencher o tempo corretamente. O Pedro foi o 'salvadr da prátria' e em meio ao nervosismo, quando as pessoas não sabiam o que fazer, ele falou para quebrar o silêncio e seguir o programa.
Após o programa discutimos com os professores da cadeira como tinha sido o desempenho. Os principais fatores destacadas foram o uso excessivo de " eu acho" e alguns problemas técnicos como o volume de microfones e erros em algumas trilhas.
Aprendemos muita coisa com essa tentativa de por ao ar um programa jornalistico e sério. O Será que chove? nos ensinou que o um minuto de silêncio no rádio é terrivelmente maior do que na vida real e que estando bem organizados, tudo ocorre corretamente e se consegue ultrapassar os pequenos problemas tornando-os imperceptíveis.


Confira agora mesmo a nossa experiência na rádio:

cyberfam.pucrs.br/labjormanha/grupo5m.mp3


Géssyca Agnes e João Henrique Willrich

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Rádio Digital

O rádio sendo um dos veículos que mais sofreu transformações na sua história, mais uma vez está tentando se adaptar as novas tecnologias. Desta vez, sua tática é a digitalização.
A diversificação é uma das promessas proposta por esse novo modelo de rádio, pois ele permite a divisão do espectro em dois ou mais canais de áudio. Essa nova tecnologia pretende dar nova vida ao rádio tanto em relação ao conteúdo, quanto a forma de consumo. Além disso, acredita-se também que se farão necessárias mudanças no modo de produção da programação.
O som teria uma melhora fantástica. A frequência AM ficaria com seu som equivalente ao do FM e esse ao de CD. A digitalização também promete fazer desaparecer as interferências nos sinais de transmissão de ambas as frequências.
Uma tela de cristal líquido possibilitaria a transmissão simultânea de dados. Através dessa seria possível ver a previsão do tempo e fotos, por exemplo. Isso ocorre porque além de portáteis esses receptores digitais seriam multifuncionais, multimídia, permitem voz, vídeo, fotos, base de dados, etc.
Contudo, com essa digitalização o rádio deixa de ser apenas áudio. E se tornando mais do que isso, uma das grandes vantagens do rádio de ser o único meio de comunicação que se recebe informações até mesmo de olhos fechados, como diria Rogério Mendelski, se perde. E aí vêm as críticas dos mais conservadores. O rádio continuaria sendo rádio mesmo com imagens? Essa pergunta impossível de ser respondida fica a critério de quem a escuta.
O rádio apenas tenta continuar tendo ouvintes. Enquanto digitalização toma conta, juntamente com a internet, de tudo o que elas vêm na frente. Para esse veículo de comunicação só existe uma saída, ou morre com seu conservadorismo ou se revitaliza perdendo uma de suas principais características, a possibilidade de permitir ao ouvinte que sua imaginação role solta.

Géssyca Agnes

sábado, 16 de maio de 2009

Eu e o microfone

Após várias aulas falando sobre o rádio, seu futuro e presente, chegou a vez de nos testarmos como radialistas.
No meio do belíssimo e constrangedor saguão da Famecos montamos nosso equipamento, quer dizer, o Fabian e o Pellanda montaram. Um notebook, um microfone na versão moderna daqueles que a gente vê nos filmes e pronto tava feito o equipamento. Todos estavam nervosos, com seus papéis nas mãos, lendo e relendo seus textos. Trouxemos mini-reportagens de 30 segundos para que gravássemos. De livre escolha a minha foi sobre a companhia telefônica Oi que estará implementando no domingo a sua tecnologia na região Sul do país.
Como era em ordem alfabética, eu tive que esperar alguns minutos até que chegasse a minha vez. O que me deixou um pouco mais nervosa, mas estava achando a situação bem divertida. Quando cheguei perto do microfone, não fiquei com medo, falei o texto direito e deu tudo certo. Com o intuito de simular corretamente uma reportagem, no final tínhamos que assiná-las. “Géssyca Agnes para o Laboratório de Jornalismo”.
Até essa parte, tudo correu bem. Mas tínhamos que ouvir as nossas atuações depois durante a aula. Descobri que tenho uma voz de criança de 5 anos e fiquei um pouco chateada. O Fabian alegou que as pessoas poderiam ir a uma fonoaudióloga, que problemas com vozes sempre podem ser resolvidos é só querer.
Graças a isso a vergonha passou. E minha primeira experiência séria como radialista (já que faço o programa Congestão para a radiofam) teve um final feliz.

Géssyca Agnes

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Editoria Mundo

Todos os alunos da cadeira de Laboratório de Jornalismo foram divididos em vários editorias, para confeccionar um jornal . Fiquei encarregado em fazer a parte sobre o mundo. Após discutir com meus colegas sobre pautas a serem abordadas, chegamos à conclusão que iriamos fazer três matérias: a África e seus enormes problemas, o conflito presente no Oriente Médio e sobre Barack Obama, atual presidente dos Estados Unidos. Minha incubência e de minha colega Eduarda foi de escrever sobre o primeiro presidente negro na história dos EUA.
Começamos traçando qual rumo a nossa reportagem tomaria. Decidimos contar desde a sua origem até explicar como a chamda Obama mania aconteceu, e também quais eram suas pincipais promessas em sua campanha, conferindo para ver se algumas medidas já tinham sido efetivadas.
Começamos pesquisando o começo da vida de Obama. Seu nascimento em Honolulu, Havaí, parte de sua adolescência com os avós, até o momento em que entra para o senado americano, ganhando visibilidade tamanha que concorre à eleição presidencial em 2008. Levantamos suas principais promessas de campanha: O fim da guerra no Iraque, investimento em novas fontes de energias, as chamad energias alternativas, e combater a crise na economia, algo eminente na época da eleição.
Logo a primeira medida tomada pelo presidente Obama foi o anúncio de que as tropas americanas deixariam o país iraquiano ate 2011, apenas deixando um pequeno número, para auxiliar o Iraque nos conflitos generalizados em seu país. A quebra de grandes empresas como bancos e automobilísticas gerou uma grande pressão por do povo, que exigia uma tomada rápida de medidas anti-crise. Elas foram efetivadas com prontidão e vigor, apesar de uma grande resistência no senado , devido ao fato de a maioria ser de oposição, o partido republicano. O governo liberou pacote de milhões de dólares, primeiramente para os bancos e logo após para as mantadoras de automóveis, no intuito de reerguer as instituições.
No último dia da Terra, 19 de abril, o presidente americano discursou ao povo sobre suas propostas de utilização da chamda "energia limpa" para o país. seu projeto preve a utilização prioritariamente, de energia eólica. Ele pretende utilizar a força dos ventos nos litorais dos Estados Unidos, para assim, convertê-lo em energia. Com este tipo de medida, além do aspecto energético, outro fator preponderante é a tentativa de reduzir os gases poluentes emitidos pelos Estados Unidos, já que o país é o maior poluidor do mundo. Novamente, o partido republicano surgiu com novas críticas a Obama, alegando que serie prejudicial para a economia. Lembrando os motivos pelo qual o partido do presidente George W. Bush não assinou o Tratado de Kyoto.
A imagem deixada pelo presidente anterior foi horrível. Acabo desgastando a visão do mundo perante os Estados Unidos. Barack Obama está decidido a mudar este relacionamento com visitas e encontros ao redor do mundo, claramente tentando a aproximação através do diálogo, algo característico do partido democrata. A retomada começa com uma antiga desavença americana: Cuba. O presidente americano tenta uma aproximação gradual ao único país socialista da América, apesar da grande resistência. Neste processo o Brasil parace atrair atenção especial de Obama, que acredita que o nosso páis é uma peça chave no mundo e será um alido muito valioso para os americanos.
João Henrique Tavares Willrich

domingo, 26 de abril de 2009

Entrevista virtual

Ao nos ser proposto a ideia de confeccionarmos um jornal, todos ficamos muito empolgados e nos dividimos em editorias. A princípio eu iria participar da editoria de Mundo, contudo, nossa colega que não é brasileira participaria de algo que poderia não ser tão interessante para ela como a editoria de Mundo. Por isso, comecei a integrar a de Polícia. Encarando isso como um desafio novo, que com certeza, me acrescentaria muito mais do que algo que eu poderia ter mais facilidade em fazer.

Nos primeiros momentos, esquematizamos as nossas três páginas e pensamos no que poríamos nelas. A ideia inicial era de valorizarmos as mulheres em relação à polícia. Nossas reportagens seriam então: sobre o presídio feminino Madre Pelletier, sobre as mulheres que trabalham na polícia, sobre a diferença entre a polícia civil e brigada militar e um mapa das rondas da polícia. Eu me dispus a entrevistar alguém que tivesse algum vinculo com a penitenciária feminina.

Como peguei a entrevista sozinha, inicialmente não sabia direito por onde começar. Entrei no site da secretaria de segurança pública e peguei o telefone da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe). Para conseguir a ligação demorou dias, tentei inúmeras vezes ligar para os telefones deste órgão, mas todas foram frustradas. Quando finalmente consegui, o jornalista responsável por este setor não estava, mas a sua estagiária ao me ouvir foi muito solicita. Por intermédio desta pude falar com a senhora Maria Antonieta Felippetto, ex-diretora do presídio feminino.

Felippetto tentou me ajudar em tudo o que pode, confiou em mim logo no início e me entregou seus telefones pessoais. Enviei a entrevista por e-mail, já que ela alegou que não teria tempo para me receber pessoalmente. Em quinze perguntas interroguei ao máximo sobre o presídio e dei pauta para que ela pudesse falar bastante. Contudo, ao enviar as perguntas pensei que elas poderiam não ser suficientes para o número de caracteres que eu teria que atingir.

Apesar de toda a gentileza prestada pela ex-diretora, demorou quase duas semanas para que eu recebesse a minha resposta. Ela acreditava já ter me enviado e se eu não tomasse uma atitude ‘jornalística’ de insistir para receber o e-mail eu estaria esperando até hoje por ele. A entrevista, contudo, foi muito melhor do que eu esperava, as respostas de Felippetto foram bem desenvolvidas e cheias de emoções e informações necessárias.

Através desta reportagem, percebi que possuímos um presídio excelente em nossa cidade, no bairro Teresópolis. Mas, infelizmente, ele é aproveitado demais. A hiper-lotação que a penitenciária apresenta, que é o dobro da sua capacidade, diminui as suas qualidades. As detentas do Madre Pelletier desempenham trabalhos que creio ser de fundamental importância para a sua reestruturação psicológica. Além disto, estas mulheres são atendidas por psicólogos frequentemente e possuem contado direto com a direção, o que as dá um tratamento mais humano.

Ao redigir a entrevista, que foi em formato ping-pong, fiquei orgulhosa do nosso presídio e mudei algumas opiniões preconceituosas a respeito destes indivíduos. As palavras de Felippetto foram excelentes. Entretanto, eu ainda tinha um problema. A foto. Antonieta havia me informado que iria mandar uma foto sua. Porém sua foto estava impossibilitada de ser impressa, pois sua qualidade era horrível. Apavorada com a situação, já que eu deveria levar a entrevista completamente pronta no outro dia, fui até o presídio pela manhã antes da aula. Havia muito sol e as fotos apareceram com a minha sombra, mas fiquei contente de ter me esforçado para que desse certo. O professor Fabian, contudo, disse que teria como arrumá-las e que usaria as fotos que eu fiz. Descobri depois que os professores teriam como conseguir as fotos para nós. Mas já era tarde, já as tinha.
Apesar da correria, felizmente, deu tudo certo.

Géssyca Agnes

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Jornal


Durante várias semanas nas aulas de Laboratório de Jornalismo, os professores Fábian e Pellanda nos mostraram como é o funcionamento de um jornal impresso. As salas de redação, todos os funcionários, a rotina destes, a impressão, a entrega, enfim, como o jornal funciona 24 horas por dia.
No início da manhã, por volta das 8 horas, os repórteres chegam à redação para pegar as pautas com seus editores, que chegaram anteriormente e já possuem uma ideia de como será conduzido o jornal. É neste horário, também, que os cadernos começam a ser fechados. Às 9 horas, os chefes de reportagem se reúnem e decidem qual será o rumo de seus cadernos. Logo após, as matérias e os cadernos começam a ser fechados. Para produzir suas reportagens, os jornalistas saem às ruas para coletar informações e entrevistas e, por isso, às 11 horas todos os carros da redação estão às ruas. Ao meio dia, os editores verificam as matérias. Em sequência, os jornalistas escutam as rádios para saber das últimas notícias e se preparam para a reunião geral.
É no inicio da tarde, em torno das 14 horas, que ocorre a reunião com o diretor de redação e, então, o jornal do dia seguinte é planejado e são escolhidos os focos a serem seguidos. Às 15 horas, o jornal é apresentado pelos editores às suas equipes e são checadas as notícias no interior do estado pela Central do Interior. A partir deste momento, o departamento comercial monta o jornal e deixa os ‘espelhos’ (espaço destinado a comercias) para serem preenchidos posteriormente. As fotos são escolhidas, as notícias podem ‘cair’ ou ‘surgir’ e os mapas de entregas já começam a ser feitos.
Às 20 horas o jornal está sendo ‘baixado’ (finalizado) e as últimas notícias são lidas e editadas. Uma hora mais tarde, as fotos são tratadas, calibradas e repassadas para a redação e, então, a capa é baixada.
Às 22 horas e 30 minutos a primeira edição do jornal é impressa. E a redação continua trabalhando para atualizá-lo. Durante o início da madrugada, são enviados os jornais para o interior, enquanto são feitas novas edições do jornal. É às 4 horas que os jornais estão sendo distribuídos na grande Porto Alegre e às 6 horas que começa a venda nas ruas.
Géssyca Agnes